Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica e Cursos de Formação do Estado de São Paulo
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SESVESP e SRTb/SP buscam solução para impasse

O auditório da Superintendência Regional do Trabalho do Estado de São Paulo foi palco de uma importante discussão sobre a contratação de pessoas com deficiência na área de segurança privada. Dezenas de pessoas lotaram as dependências do local na última sexta-feira, 16, quando ocorreu o seminário “A Segurança Privada e a Inclusão da Pessoa com Deficiência”.

O evento foi organizado por meio de ação conjunta do Ministério do Trabalho, por meio de sua Câmara Técnica e de sua Coordenação do Projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho, além do SESVESP - Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica e Cursos de Formação do Estado de São Paulo.

O evento deu foco à polêmica sobre os requisitos da lei 7.102/83, que versa sobre as contratações para a atividade da vigilância e sua regulamentação que não foram observados pela Lei 8.213/91 que dispõe sobre as cotas de Pessoa com Deficiência nas empresas.

O superintendente da SRTb/SP, Eduardo Anastasi, apontou a importância da discussão. “Esperamos poder atender da melhor forma as pessoas com deficiência. Não adianta ter uma lei que não consiga atender adequadamente as pessoas”, disse.

O presidente do SESVESP, João Eliezer Palhuca, ressaltou a alternativa que a entidade encontrou para atender as pessoas com deficiência que não conseguiram colocação nas escolas de formação de vigilantes.

O sindicato, em parceria com as empresas, promove cursos de profissionalização em outras áreas além de patrocinar a prática de esportes paralímpicos.  Tal procedimento ocorreu por meio de um Termo de Compromisso firmado com a Coordenação do Projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho do Estado de São Paulo.

“Esse Pacto (Termo de Compromisso) é uma das melhores coisas que fizemos. Por meio dele, há oito anos o SESVESP investe na qualificação de entidades que atendem pessoas com deficiência”, assinalou Palhuca.

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